|

OS CIENTISTAS são geralmente apresentados como aqueles sujeitos desligados, que andam olhando para a lua pisando nas poças de água. Mas não é bem assim!
Os cientistas apenas parecem distraídos porque estão sempre concentrados, pensando, procurando soluções para os problemas que afligem a humanidade. O fato é que se não fossem esses homens, aparentemente malucos, e suas invenções, aparentemente extravagantes, os ainda estaríamos vivendo como no tempo das cavernas!
O Professor Pardal é um esses cientistas-inventores. Como a maioria desses homens, ele está tão à frente do seu tempo que as suas invenções, no início, causam mais confusão do que qualquer outra coisa.
É claro que isso acontece principalmente porque as pessoas têm o costume de desconfiar de tudo o que é novo.
Quando apareceram os primeiros automóveis, por exemplo, as pessoas demoraram a aceitar aquelas máquinas barulhentas, fumegantes e complicadas. Além disso, não havia postos de gasolina, nem trocavam-se as peças com facilidade.
Era muito mais seguro, sem sombra de dúvida, viajar de carruagem! Foi preciso que surgisse um magnata como o Tio Patinhas, que acreditasse na nova invenção e se dispusesse a financiar a sua produção industrial. SÓ então, muitos anos depois de inventado, o automóvel popularizou-se.
O Professor Pardal surgiu em 1952 e foi mais uma das geniais criações de Carl Barks para os estúdios Disney. Logo no ano seguinte, apareceu Lampadinha, o fiel assistente do Professor.
Esse bonequinho eletrônico é a maior invenção do próprio Pardal.
Ele pensa e age como um verdadeiro ser humano, chegando até a tirar Pardal das mais perigosas situações.
O Professor Pardal pertence a uma tradicional família de inventores. Seu avô revolucionou a vida de uma pacata cidadezinha do interior chamada Monotonópolis, com seus inventos malucos.
|